Especialidade da Odontologia que objetiva a correta oclusão dentária,
alinhando a estética facial, funcionalidade, saúde periodontal e estabilidade de cada caso.
A Ortodontia é uma especialidade da Odontologia que tem como objetivo a correta oclusão dentária,
através do alinhamento e nivelamento dos dentes e da boa relação entre as bases ósseas; tudo isto,
sem nos esquecermos da estética facial, saúde periodontal e estabilidade do caso.
OBJETIVOS DA ESPECIALIDADE DE ORTODONTIA NA SOBRAPAR
- Atendimento
- Pesquisa
- Ensino
ATIVIDADES REALIZADAS NO SETOR DE ORTODONTIA DA SOBRAPAR
- Atendimento Odontológico Preventivo
- Orientação sobre Amamentação
- Orientação sobre Higiene Bucal
- Evidenciação de Placa Bacteriana e Profilaxia
- Atendimento Ortodôntico à pacientes com fissuras lábio-palatinas, síndromes craniofaciais e deformidades maxilo-mandibulares
- Ortodontia / Ortopedia Funcional dos Maxilares (Preventiva)
- Ortodontia / Ortopedia Funcional dos Maxilares (Interceptativa)
- Ortodontia Corretiva
- Preparo Orto-Cirúrgico Ortognático
- Confecção de Próteses Parciais Removíveis Reabilitadoras
- Pesquisa Científica
- Realização de Curso de Ortodontia – Técnica de Alexander – com duração de 02 anos, visando preparar o profissional para um atendimento
Ortodôntico de Excelência, sob coordenação do Dr. J. E. Sesso e Dra. Ana Cristina S. Rossi.
O tratamento é planejado e desenvolvido de maneira personalizada, assegurando os melhores resultados para os pacientes e suas famílias.
Bem-vindo ao Setor de Fonoaudiologia do Hospital SOBRAPAR – Crânio e Face. Como parte de um dos primeiros hospitais
especializados em anomalias craniofaciais do país, a equipe de fonoaudiologia se sente orgulhosa por contribuir
com esta missão, que é prover a excelência em cuidados ao paciente, pesquisa e ensino.
O setor de Fonoaudiologia Hospital SOBRAPAR tem um dos melhores e mais completos programas do Brasil,
pois atende bebês de poucas horas de vida, crianças, adolescentes e adultos em todos os aspectos
afetados pelas anomalias craniofaciais, especialmente no que se refere às fissuras lábio palatinas. Possui ainda,
um programa especializado de treinamento aos profissionais da equipe, sendo assim, cada paciente é atendido por
fonoaudiólogos capacitados para ajudá-lo dentro de suas necessidades específicas.
A meta é promover a excelência em todos os serviços prestados aos pacientes e às suas famílias. Para cada indivíduo,
inicia-se o atendimento com uma avaliação completa e o tratamento é planejado e desenvolvido de maneira personalizada,
assegurando os melhores resultados o mais breve possível.
As terapêuticas são baseadas nos mais recentes estudos científicos e procedimentos aprovados pela comunidade
internacional especializada.
São utilizados equipamentos tecnológicos específicos para a documentação, segmento e reavaliação dos resultados
incluindo câmeras de vídeo, computadores, softwares e equipamentos para gravação nítida de voz.
A equipe é comprometida em colaborar com outros profissionais e em construir relações interdisciplinares para
o benefício dos pacientes.
Somado ao cuidado com os pacientes, há um programa pedagógico para estudantes de fonoaudiologia, o qual recebe
estudantes de diferentes universidades do país para estágios práticos rotativos.
Além disso, foi desenvolvido um programa de ensino para fonoaudiólogos que desejam se capacitar no atendimento
a estes pacientes. O Hospital tem recebido profissionais das mais diversas regiões do Brasil.
São realizadas conferências e seminários para diferentes grupos de profissionais desta área e a equipe de
Fonoaudiologia do Hospital SOBRAPAR faz parte do seleto grupo de convidados para ministrar conferências e
seminários em eventos Nacionais e Internacionais.
A equipe espera você com os braços abertos!
"É nosso foco e nosso compromisso o cuidado personalizado!"
"Todos esforços são dirigidos para fazer com que nossa experiência em fonoaudiologia seja benéfica para a família e agradável para a criança."
ATUAÇÃO DO SERVIÇO DE FONOAUDIOLOGIA NA SOBRAPAR
Como alimentamos uma criança com fissura no lábio e/ou no palato?
Crianças que têm fissuras lábio palatinas podem ter dificuldade de alimentação. Por causa da comunicação
entre a boca e o nariz o bebê pode não conseguir ter uma sucção efetiva, e isso faz com que a alimentação
através do peito seja muito difícil. Se a fissura só envolve o lábio (e o palato for normal) a amamentação
pode ser conseguida com êxito. Por causa das dificuldades de alimentação de crianças com fissuras, freqüentemente
os pais se sentem frustrados. Por isso, é importante a troca de informações com outros pais cujas crianças
tiveram um problema de alimentação semelhante antes de cirurgia. Esta é uma das funções dos grupos de apoio
formados pela equipe de fonoaudiologia quando necessário.
Algumas vezes, os pais precisam tentar uma variedade de mamadeiras antes de achar a que atenda melhor ao seu bebê.
Este acompanhamento e orientações são realizados pela fonoaudióloga e o monitoramento do ganho de peso e de nutrição
deve ser feito por pediatra.
Lembre-se: frustração é comum, mas os problemas de alimentação são temporários.
Meu filho vai ter dificuldades de falar errado ou terá a voz fanhosa?
Por causa da abertura no céu da boca, crianças com fissura palatina não podem impedir que o ar escape pelo nariz
quando falam. Isto faz com que a voz saia nasalizada ou “fanhosa” dificultando a compreensão e a comunicação.
Crianças que aprendem a falar antes que o céu da boca seja corrigido tentam compensar a fala anormal desenvolvendo
assim mecanismos compensatórios e inapropriados.
Quando a cirurgia é realizada em tempo apropriado e as orientações fonoaudiológicas são adequadas, a maioria das
crianças desenvolverá uma fala normal.
Porém, algumas crianças podem precisar de terapia para ajudá-los a "desaprender” alguns comportamentos de fala
anormal que foram desenvolvidos para compensar a hipernasalidade. Além disso, há algumas crianças que, apesar
de cirurgia, permanecem incapazes para manter efetivamente o ar fora do nariz ao falar. Estas crianças podem
precisar de procedimentos cirúrgicos adicionais de diferentes tipos.
Fissura palatina pode causar qualquer outro problema além dos problemas com a fala?
A maioria das crianças portadora de fissura palatina tem problemas com fluidos atrás da membrana do tímpano e/ou
com infecções auditivas. Isto é porque a tuba de Eustáquio que liga a orelha média à boca não executa sua função
de drenagem corretamente, permitindo o acúmulo de fluidos na orelha média. Este fluido é ambiente para a procriação
de bactérias que causam infecções. Algumas vezes é necessária cirurgia para a colocação de tubos de drenagem nos
tímpanos até a correção da fissura palatina.
Meu filho será uma criança normal?
As fissuras lábio palatinas são má formações de causa não definida e freqüentemente ocorrem isoladas,
isto é, não são acompanhadas de outras alterações ou síndromes neurológicas. Por isso, a maioria das
crianças se desenvolve muito bem nos aspectos social, escolar e familiar.
ALGUMAS AÇÕES DA EQUIPE DE FONOAUDIOLOGIA
- Esclarecer e divulgar aos profissionais de saúde, educadores e a comunidade em geral, informações a respeito
dos cuidados e encaminhamentos a serem realizados com portadores de anomalias craniofaciais.
- Orientar e acompanhar pais/responsáveis que receberam diagnóstico de fissura lábio palatina ou outra anomalia
craniofacial, planejando assim precocemente o tratamento com o objetivo de minimizar número de seqüelas e de patologias
secundárias comuns nessas anomalias, assim como fortalecer a manutenção dos vínculos familiares desse indivíduo.
- Orientar pais ou responsáveis de indivíduos portadores de anomalias craniofaciais a respeito de alimentação, postura,
higienização, estimulação de funções neurovegetativas, e cuidados preventivos relacionados a patologias secundárias nos
tempos pré e pós-cirúrgicos.
- Informar apropriadamente sobre o desenvolvimento da fala e linguagem, explicando aos pais/responsáveis as situações
de risco e as estratégias que possam facilitar a aquisição desses aspectos.
- Reabilitar as funções de sucção, mastigação, deglutição, respiração, fala, linguagem, os aspectos miofuncionais e a
ressonância vocal, quando tais padrões forem anticonvencionais.
- Realizar exames audiológicos periódicos ainda que não haja história positiva de patologias otológicas ou de perdas
auditivas assegurando assim o monitoramento da audição.Quando detectada perda auditiva persistente deve ser considerada
a indicação de aparelho de amplificação sonora feita por um otorrinolaringologista. O treinamento para adaptação e
monitoramento dos limiares auditivos e da função do sistema de amplificação sonora deve ser feito pela equipe de fonoaudiólogos.
- Acompanhar a realização de exames de nasofibroscopia e de videofluoroscopia.
- Atuar na equipe interdisciplinar no diagnóstico, avaliação e planejamento do tratamento, assim como nas reavaliações do indivíduo.
- Estabelecer o acompanhamento longitudinal ao portador de anomalia craniofacial, realizando reavaliações periódicas
com o objetivo de assegurar que o desenvolvimento desse individuo esteja dentro dos padrões esperados para sua faixa etária.
- Manter equipe técnica com experiência em reabilitação e cuidado com portadores de anomalias.
PROFISSIONAIS
ANELISE SABBAG
• Responsável pelo Departamento de Fonoaudiologia da SOBRAPAR.
• Membro da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia.
• Especialista em Motricidade Oral pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia.
• Mestre no Conceito de Reabilitação Oral e Corporal Castillo Morales.
• Professora convidada em diversos cursos na área de Fonoaudiologia e Reabilitação Miofuncional.
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LÍVIA ALBRECHT FERREIRA
• Fonoaudióloga
• Membro da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia
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CAMILA C. MADRUGA
• Fonoaudióloga
• Membro da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia
• Improvements in Speech Pathology Hospital - HC USP Ribeirão Preto
• Student in electrophysiological evaluation and Central Auditory Processing CIPED by FCM - UNICAMP
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Os atendimentos psicológicos são realizados concomitantemente com todas as outras especialidades.
O Serviço de Psicologia oferece apoio emocional em todo o período de tratamento
do paciente no Hospital. Inicialmente, este é acolhido para que se possa ter contato
com sua história de vida, as contingências sob as quais vive, o histórico do problema
apresentando, para discriminar quais são as reais necessidades que este paciente apresenta,
qual o tratamento a ser adotado, encaminhando-o assim para os programas específicos do setor de Psicologia.
Todas as crianças com até 15 anos de idade, são encaminhadas para o programa de
Avaliação e Acompanhamento do Desenvolvimento Global, no qual busca-se verificar
se o desenvolvimento apresentado está adequado à idade do paciente. Caso contrário,
discrimina-se as causas deste atraso e uma orientação com a família é feita, no sentido de sanar
tais dificuldades.
Tal procedimento pode ser realizado pela equipe interna, com os atendimentos
psicológicos, orientações aos pais e atendimentos psicopedagógicos, ou ainda podem ser realizados
através de encaminhamentos externos.
Todos os atendimentos na SOBRAPAR visam a reabilitação integral do paciente. Dessa maneira,
os atendimentos psicológicos são realizados concomitantemente com todas as outras
especialidades. Os pacientes que necessitam passar por uma intervenção cirúrgica, por exemplo,
irão necessariamente ser atendidos pela equipe inerdisciplinar, a fim de estarem mais preparados
para enfrentar situações adversas. Este momento é de suma importância, uma vez que trabalha-se para
a redução dos medos e ansiedades naturais decorrentes de todo procedimento invasivo. Além disso,
orienta-se o paciente quanto aos cuidados pré e pós-cirúrgicos, discriminando seu grau de entendimento
acerca das explicações passadas.
Somado a isso, as crianças também contam com um espaço lúdico dentro do hospital, no qual podem
aguardar seus atendimentos. Neste espaço, estão sempre acompanhadas por psicólogas, as quais
trabalham com o intuito de minimizar os aspectos aversivos presentes neste cenário hospitalar. Para a Sobrapar,
este espaço também tem o objetivo de modelar comportamentos adequados nas crianças, os quais
favorecerão o tratamento.
O Serviço de Psicologia é chefiado pela Profª Drª Vera Lucia Adami Raposo do Amaral - Presidente da SOBRAPAR
e conta com uma equipe fixa de psicólogas, que são as Responsáveis pelo Setor e Atendimentos Psicológicos.
Recebemos, em média, 10 estagiárias por ano no hospital, selecionadas a cada início de ano,
através de análise de curriculum e entrevista. Nosso Processo Seletivo abre em janeiro.
psicologia@sobrapar.org.br
EQUIPE
DRA. VERA LUCIA ADAMI RAPOSO DO AMARAL
• Graduada em Psicologia pela PUC - Campinas.
• Especializada em Psicopatologia Infantil pela Université de Paris V (Sorbonne).
• Estágio em Psicologia Experimental com o Prof. Paul Fraisse na Ecole Pratique des Hautes E´fudes em Paris - França.
• Mestre e Doutora em Psicologia pela Universidade de São Paulo.
• Orientou mais de 60 teses e dissertações de doutorando e mestrado.
• Autora de inúmeros capítulos de livros e artigos científicos.
• Pioneira no estudo psicológico de portadores de anomalias craniofaciais no Brasil.
• Editora Chefe da Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva - RBTCC
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HELENA DIEZ CASTILHO
• Responsável pelo departamento de Psicologia do Hospital SOBRAPAR
• Graduada em Ciências Humanas pelo Redeemer University College no Canadá – 2004
• Graduada em Psicologia pela Universidade Paulista de Campinas – 2009
• Pós-graduada lato sensu no Programa de Aprimoramento Profissional em Psicologia e Hospital Geral na PUC Campinas – 2010
• Psicóloga Clínica
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MARINA CRUVINEL MACEDO
• Responsável pelo departamento de Psicologia do Hospital SOBRAPAR
• Graduada em Psicologia pela PUC-Campinas – 2009
• Especialista em Terapia Comportamental, pelo ITCR – Campinas – 2011
• Psicóloga Clínica
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Acolhimento, orientação, apoio e acompanhamento sistemático de todo o processo de reabilitação: minimizando fatores que
impedem a adesão ao tratamento, maximizando ações na promoção do acesso à cidadania.
O Serviço Social é responsável pelo acolhimento, orientação, encaminhamento, apoio e acompanhamento dos
pacientes com deformidades craniofaciais congênitas e adquiridas, como também ao seu grupo familiar.
A entrevista social é realizada para a coleta de dados cadastrais, avaliação socioeconômica, histórico
familiar e informações pertinentes com o intuito de minimizar as problemáticas sociais que possam interferir
na efetivação do tratamento, tornando necessário o conhecimento das condições de vida do paciente em seu meio
familiar e na sociedade.
Os dados colhidos na entrevista social auxiliam toda a equipe no planejamento do processo de reabilitação,
desde o agendamento de consultas até a programação cirúrgica.
As Assistentes Sociais utilizam a rede de serviços disponíveis na comunidade e nas esferas
Estaduais e Federal realizando ações conjuntas que venham solucionar as dificuldades relacionadas
à adesão e continuidade do tratamento com o objetivo de garantir o acesso aos direitos sociais, buscando
de maneira eficaz a reabilitação social, emocional, familiar e profissional dos pacientes atendidos,
contribuindo para a reintegração e inserção do indivíduo na sociedade para o exercício completo de sua cidadania.
ssocial@sobrapar.org.br
EQUIPE PROFISSIONAIS
ANA BEATRIZ BORTOLANSA PACAGNELLA
• Assistente Social formada pelo Instituto Superior de Ciências Aplicadas – ISCA 2009
• Especialista em Serviço Social Saúde e Envelhecimento pela Unicamp – 2010 - 2011
• Mestranda em Gerontologia pela Faculdade de Ciências Médicas Unicamp 2011-2013
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CRISTIANE SCAQUETI
• Graduada em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás – 1993
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LUANA PAULA ZANCHETA
• Assistente Social formada pelo Instituto Superior de Ciências Aplicadas – ISCA 2010
• Especialista em atendimento ao acidentado de trabalho e atendimento em saúde pela Unicamp 2011 – 2012
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O serviço de enfermagem está inserido em todas as etapas do processo de reabilitação, assistindo ao paciente.
O papel da Enfermagem na equipe multidisciplinar tem como objetivo: prevenir, proteger, recuperar e reabilitar não só o
paciente como também a sua família. O que nos permite um processo de crescimento e desenvolvimento adequado às condições
favoráveis de saúde para a reabilitação global.
O serviço de Enfermagem está inserido em todas as etapas do processo de reabilitação ocupando a função de prestador
da assistência . É com freqüência cada vez maior que a Enfermagem , diante da capacitação técnico-profissional exigida,
atende seus pacientes de forma adequada e eficaz.
E, trabalhando ao lado de outros membros da área da saúde, cujos
ancestrais refletem também uma complexidade multicultural da sociedade contemporânea , julga indispensável o comprometimento
e o respeito aos preceitos éticos e legais.
EQUIPE
• Leda Abib Turchiari – Enfermeira Chefe
MANHÃ
ENFERMEIRA
Jamylle Inforçatti
TARDE
ENFERMEIRA
Danielle Oliveira
NOITE
ENFERMEIRA
Aline Carrocini